quinta-feira, 18 de novembro de 2010

 " A caminho da essência, eu verifico a cadência
da matéria que se mostra a mim livre de regência.
Mato a dor de sentir demais,
de amar demais, de pisar demais,
Em convenções fundamentais.
Encho a cabeça mas não há carga nos contentores,
Digo 'olá' aos meus amores, bem-vindas novas cores.
Da utopia eu crio filosofia todo o dia
quando a apatia
senta no meu colo e arrelia.
Eu faço a liturgia da verdadeira alegria
música nos meus ouvidos,
agua benta em benta pia.
A caminho com prudência,
eu não esqueço a violência
que levou alguns dos melhores da minha existência.
Mata a saudade de curtir demais,
de tirar demais, de pisar demais
em convenções fundamentais.
Eu uso o tacto p'ra trazer a agua da minha fonte,
hoje em dia nem sequer preciso atravessar a ponte.
Tenho a palavra escrita a tinta negra na minha pele,
menina dos meus olhos, doce como mel.
Palavra puxa palavra, põe-me disponivel para amar
tudo aquilo que me seja sensivel.
E não são poucos aqueles que eu quero
sem sequer os poder ver
Foi tanto que me deram para nunca mais esquecer.
Palavra de honra, guardo a palavra no meu bolso,
na parede,
no conforto de uma cama de rede.
Palavra de honra! "

"A Palavra- Tema para Sassetti " - Da Weasel

1 comentário:

Biforme disse...

Da Weasel é Da Weasel xD